Posted by on Set 15, 2011 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 15 de Setembro 2011

As novas tecnologias entraram nos negócios e as universidades tendem a adaptar-se à nova realidade.

O mundo dos negócios já não é o mesmo. As novas tecnologias vieram modificar a forma como as marcas olham para os clientes, mas principalmente como os clientes olham para as marcas. Hoje em dia, mais do que estar atento ao mercado, as empresas precisam de ouvir o que dizem os consumidores e as redes sociais vieram trazer cada vez mais facilidades no diálogo entre marcas e clientes.

Com o objectivo de dar aos profissionais da área da comunicação novas ferramentas, o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas lançou uma Pós-Graduação em Social Media e Novos Modelos de Negócio On-line.

O Instituto que faz parte da Universidade Técnica de Lisboa aposta assim no ensino virado para as novas tecnologias. As inscrições estão abertas e para os alunos que terminarem o curso com aproveitamento e desejarem seguir os estudos, esta Pós-graduação tem equivalência ao primeiro ano de Mestrado.

O curso é dividido em três módulos, divido entre aulas teóricas e práticas. “A estrutura em módulos permite uma articulação entre conceitos teóricos e práticos, com aulas laboratoriais, estudos de caso e dinâmicas de grupo, baseadas na realidade profissional dos alunos, profissionais e especialistas, num processo de partilha das melhores práticas em cada momento”, explica a nota publicada pelo ISCSP.

Esta é uma Pós-Graduação destinada profissionais com espírito empreendedor, mas também a recém licenciados que pretendam aprofundar os conhecimentos na área do marketing digital e social media. O novo curso insere-se na estratégia de inovação do ISCSP que também lança este ano uma outra Pós-Graduação em Jornalismo Literário, Lifestyle e Multimédia que se “caracteriza por cruzar o jornalismo com as indústrias criativas, oferecendo uma mais-valia de formação para licenciados e profissionais estabelecidos, face aos recentes desenvolvimentos conceptuais e tecnológicos que solicitam novas competências”, explica o Instituto.

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