“Se me obrigarem a trabalhar mais só para o Estado, palavra de honra que me piro”

Posted by on Set 26, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

“Se me obrigarem a trabalhar mais só para o Estado, palavra de honra que me piro”

Artigo para o site Económico – 11 de Setembro 2012

António Nogueira Leita, vice-presidente da Caixa, criticou hoje na sua página no Facebook as últimas medidas de austeridade.

É mais uma voz dentro do PSD a insurgir-se contra a perda de rendimento que resulta do aumento das contribuições para a Segurança Social anunciado sexta-feira por Pedro Passos Coelho. Falando sobre a sua situação pessoal, na sua página no Facebook, o vice-presidente executivo da Caixa Geral de Depósitos diz que ”se em 2013 me obrigarem a trabalhar mais de sete meses só para o Estado, palavra de honra que me piro, uma vez que imagino que quando chegar a altura de me reformar já nada haverá para distribuir, sendo que preciso de me acautelar”.

No início da mensagem, o gestor escreve que “em 2012 o meu dia de libertação de impostos foi 1 de Agosto.
Ou seja, até esse dia tudo o que ganhei entreguei ao Estado. É certo que a queda abrupta de salário contribui para tal e ninguém me obrigou a mudar de poiso”, lê-se no mesmo ‘post’, uma referência à sua nomeação para o ‘board’ do banco público.

De acordo com o último relatório e contas da Caixa, a remuneração dos órgãos de gestão e fiscalização do banco ascendeu a 621 mil euros, ou 103 mil euros mensais, no primeiro semestre deste ano, uma redução de 36 por cento face a igual período de 2011.

A mensagem completa de Nogueira Leite no Facebook:
“Em 2012 o meu dia de libertação de impostos foi 1 de Agosto. Ou seja, até esse dia tudo o que ganhei entreguei ao Estado. É certo que a queda abrupta de salário contribuiu para tal e ninguém me obrigou a mudar de poiso. Isto só no que respeita a impostos directos. Se em 2013 me obrigarem a trabalhar mais de 7 meses só para o Estado, palavra de honra que me piro, uma vez que imagino que quando chegar a altura de me reformar já nada haverá para distribuir, sendo que preciso de me acautelar. É um problema que é só meu, mas esta não é a condição de homem livre!”

Mário Draghi é um dos nomes que quer fazer frente à Alemanha

Posted by on Ago 1, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Mário Draghi é um dos nomes que quer fazer frente à Alemanha

Mário Draghi é visto por muitos como aquele que pode fazer frente à Alemanha e salvar a moeda única. O presidente do BCE tornou o Banco Central mais criativo e sem tabus, fazendo frente ao conservadorismo do antigo responsável Jean-Claude Trichet.

Logo que entrou para a presidência do BCE, Mário Draghi deu sinais de que ia romper com a direcção de Jean Claude Trichet. O antigo responsável pelo Banco Central Europeu, sempre mostrou uma atitude conservadora e colocou de lado várias das medidas mais agressivas que o BCE poderia tomar para estabilizar a Zona Euro. O antigo presidente estava em sintonia com Berlim ao travar a compra de divida dos países da moeda única no mercado secundário e sempre foi modesto na descida da taxa de juro de referência. Mas com o agudizar da crise, entre 2008 e 2011 teve de descer o valor de 3,75 por cento para 1,25 em Abril do ano passado. Mas três meses depois voltou a colocar o juro em um e meio. Por momentos teve de comprar divida, mas há varias semanas que o BCE não anda no mercado.

A mudança não se fez esperar. De um estilo conservador, o BCE aos poucos ia ganhando a imagem de Mário Draghi. Mais pragmático e criativo. Sem tabus como diz o próprio presidente. Draghi chegou ao BCE e logo na primeira reunião volta a descer a taxa para 1,25 por cento e ate ao mês passado a queda foi para os 0,75. E possivelmente ainda não levou o BCE mais longe porque conta com a oposição alemã. O banco central do pais de Angela Merkel continua a defender o mesmo conservadorismo: rejeita a intervenção directa no mercado secundário, para além de não querer que o fundo de resgate compre divida directa dos países. E este é o caminho que muitos dizem estar na cabeça de Mário Draghi. O actual presidente do banco central já garantiu aos mercados que nos próximos dias o BCE vai agir de forma decisiva, ao lado dos governos dos países da moeda única. A reunião de quinta-feira promete ser decisiva, até porque muitos acreditam que vai demonstrar o resultado do braço de ferro entre o BCE e a Alemanha.

Mário Draghi tem agora uma responsabilidade acrescida. Por um lado, as decisões que tomar pode acalmar os mercados e proteger Espanha e Itália, mas caso não cumpra as expectativas a resposta pode ser bastante negativa e tornar-se uma nova acha para a fogueira que se espalha na zona euro

A lista das más compras do Estado

Posted by on Jul 18, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 18 de Julho 2012

Má Despesa Pública é o título do livro que viaja pelas despesas mais duvidosas do Estado. Um site que custou 600 mil euros e ofertas em ouro são apenas dois dos exemplos denunciados num blogue que agora dá origem a um livro.

É uma factura que todos estamos a pagar em mais de 200 paginas. Um jornalista e uma jurista juntaram-se para fazer um levantamento da má despesa pública. Ele chama-se Rui Oliveira Marques, ela Bárbara Rosa. Os dois dão exemplos de gastos excessivos que às vezes não têm explicação à primeira vista. Ora vejamos: um site, do Douro Valley, que custou aos contribuintes 600 mil euros, um autarca entrevistado por seis mil euros ou relógios de ouro de quase 32 mil euros para oferecer aos funcionários da câmara de Almada. Esta é matéria de facto, encontrada no domínio público. Entre várias dificuldades e falta de transparência os autores sublinham a falta de informação sobre o orçamento da presidência da república.

Rui Oliveira Marques disse ao Económico que já tentaram “como cidadãos perceber em detalhe o orçamento da presidência, já fizemos contactos e até agora nunca tivemos resposta”. O autor do livro encontrou “cinco relatórios sobre eficiência energética do Palácio de Belém” mas nada sobre o “orçamento detalhado”. Bárbara Rosa até admite que “Portugal tem as leis” mas o problema é cumprir. Confessa que a culpa “é de todos nós, e que todos também fomos cúmplices” já que “sempre tivemos acesso a obras disparatadas, festas, regalais, a nomeações de familiares que do ponto de vista legal está certo mas não é moral. Nós todos, a começar pela classe política, temos de ter um dever acrescido de competência e rigor na gestão da coisa pública”. A apresentação ficou a cargo de Luís Pedro Nunes que classifica a obra como um “livro perigoso, que mostra que não vivemos acima das nossas possibilidades mas sim na total irresponsabilidade. Estas são notícias de gastos alucinados”. Luís Pedro Nunes remata ao dizer que “olhando para aqui, pela parte de quem gere, não há nenhum medo de ser responsabilizado pelo mau uso do dinheiro”.

Uma conta de telemóvel de 765 mil euros em apenas dois anos, assinaturas do Finantial Times no valor de 15 mil euros: tudo facturas do Banco de Portugal. Fora uma escultura para Oeiras de mais de um milhão de euros. Entre os exemplos encontra-se ainda o caso do município de Beja, onde em 2010 os salários da Assembleia Distrital estiveram em causa. Ainda assim, em 2011 investiu perto de 75 mil euros no Festival do Amor. Exemplos no Má Despesa Pública que saíram do online para o papel e que continuam a ser desvendados no blogue que deu origem ao livro.

Veja aqui o artigo original

Centros de Saúde trocam contratados por recibos verdes

Posted by on Jul 5, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 5 de Julho 2012

A nova proposta é de 490 euros, mensais, a recibos verdes, até aqui os profissionais recebiam perto de 650 euros.

Alguns profissionais dos serviços administrativos de centros de saúde de Lisboa foram convidados a trocar contratos de trabalho por ordenados mais baixos a recibos verdes. A empresa de trabalho temporário E-Sycare está a recrutar pessoal para estes serviços de forma a substituir quem não aceita as novas condições.

O Económico falou com várias pessoas nesta situação, de diferentes centros de saúde de Lisboa, mas nenhuma das fontes aceitou ser identificada com receio de represálias.

Grande parte dos profissionais que estavam nestas posições não aceitaram a proposta e foram para o desemprego. Um dos ex-funcionários na casa dos 30 anos garante que “saíram todos” em relação ao agrupamento de centros de saúde de Lisboa norte.

A nova proposta é de 490 euros por mês a recibos verdes, quando até aqui tinham um contrato a termo incerto onde recebiam perto 650 euros. “Não tenho condições para ir trabalhar e por isso não posso aceitar”, explica este antigo funcionário. Outro exemplo diz respeito a um trabalhador dos serviços administrativos de outra unidade de saúde do mesmo agrupamento. “Ficámos completamente surpreendidos, ficámos chocados mesmo”, desabafa ao Económico. Os funcionários sabiam que o contrato com a empresa que até agora tinha o recrutamento terminava na semana passada. “Fomos contactados no último dia, ao final da tarde e tínhamos de dar uma resposta”.

Antes destas mudanças os funcionários tinham um vinculo com a empresa Kelly. Recebiam 550 euros, mais os respectivos subsídios que eram pagos mensalmente.

O contrato era de termo incerto, mas “verbalmente terminava em 29 de Junho”. Na internet pode-se encontrar proposta da E-Sycare para estas funções onde é prometido um “contrato estável e formação”. No entanto, já há pessoal novo a trabalhar nos serviços a recibos verdes com 490 euros por mês. Ainda assim, a empresa de trabalho temporário não estava a pagar o salário inicial na totalidade. “Disseram-me que ia ter uma bolsa de formação e por isso pagam-me 200 euros no primeiro mês”, explica uma candidata ao Económico. No entanto, não existe uma formação específica, já que os novos colaboradores entram directamente para os serviços. “Quem está a dar a formação é o Centro de Saúde.

“Porque é que a empresa paga um ordenado mais baixo por uma formação que não dá?”, questiona. O Presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, Cunha Ribeiro, explica ao Económico que “o serviço de recrutamento foi comprado, desconheço por inteiro” as condições oferecidas aos profissionais.

Veja aqui o artigo original

O meu avô foi preso por usar calças de ganga, e o teu?

Posted by on Abr 25, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Opinião

Conheço um avô que foi preso por usar calças de ganga. Salazar proibia. Conheço outro avô que tinha de dividir uma sardinha com os irmãos. Salazar apelava à poupança. Todos conhecemos histórias sobre o que era a Ditadura. Agora, 38 anos depois, começa-se a esquecer. Na televisão, jovens, com os vinte e tais anos, dizem de boca cheia que foi “o pior dia para Portugal”.

Nessa altura, “poupava-se”. As pessoas não tinham “gastos excessivos” porque “poupavam”. Indignam-se porque têm “a qualidade de vida dos avós”. A qualidade de vida dos avós? Não foi, certamente, a mesma da maioria da população. A diferença entre “poupar” e “ser pobre” deve ser sublinhada. Comprar sapatos de ano a ano não era motivo de orgulho. Mas não é apenas esta Ditadura das palavras fáceis que choca quem ouve na primeira pessoa o Portugal de Salazar. É também a inércia.

Aqueles que estudam jornalismo, querem ser repórteres, não falam do assunto. É um tema menor. Têm muito para fazer. Às vezes parece que a profissão, o nosso jornalismo – poderia ser uma outra da longa lista de proibições – seria a mesma se não tivesse havido a luta, o Grândola Vila Morena, o Salgueiro Maia, todos os que saíra à rua para ver os militares, aqueles que com toda a dignidade garantiram que nem Caetano caísse nesse dia. É algo gratuito, esquecido, perdido na memória. Talvez no dia – dia que nunca chegue – que não possam ter calças de ganga se lembrem que já foi possível: agora ainda é.

Que se viva a Liberdade, que se lute pela Liberdade – o resto, idiotices.
Boas palavras para todos.

“Não precisaremos de medidas adicionais”

Posted by on Fev 27, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 27 de Fevereiro 2012

O primeiro-ministro reiterou hoje que o País não precisará de mais medidas de austeridade.

Pedro Passos Coelho garantiu que, de acordo com o projectado, o programa de ajustamento com a ‘troika’ está a ser cumprido. “Não precisaremos de medidas adicionais. O que precisamos é de não abrandar, de não aligeirar o esforço que estamos a fazer”, afirmou o primeiro-ministro durante uma visita ao 17º salão Internacional do Sector Alimentar e Bebidas (SISAB) no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.

Sobre as vozes críticas da oposição, o primeiro-ministro afirmou que “se fossem escutadas podíamos ficar em piores circunstâncias” e aí sim “reforçar medidas que não espero que sejam precisas.”

Em relação ao tema das exportações, Passos disse que a crise não afectou as exportações. “Mesmo em condições de maior adversidade, as nossas empresas conseguiram virar-se para o exterior. Grande parte do sucesso do nosso programa de ajustamento depende das nossas exportadoras e produtoras.”

Veja aqui o artigo original

Sr. Bacalhau sobe lucros para 450 mil euros

Posted by on Fev 27, 2012 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 27 de Fevereiro 2012

A empresa portuguesa Sr. Bacalhau fechou o ano passado com lucros de 450 mil euros e exportou 65% da produção.

É uma das empresas exportadoras portuguesas que contrariou a crise e fechou o ano passado com lucros. O saldo de 2011 da empresa Sr. Bacalhau foi positivo em 450 mil euros, segundo as contas que foram fechadas na semana passada. Em declarações ao Económico, João Sousa, responsável pelas exportações, afirma que este é “um resultado muito bom face às dificuldades actuais do país”, acrescentando que a facturação foi de 100 milhões de euros. Em 2010 o lucro tinha ficado na ordem dos 200 mil euros.

Neste momento, o mercado para onde a companhia mais exporta é o Brasil, para onde vai 75% das vendas feitas fora de Portugal. França é o segundo destino dos produtos, sendo que os países africanos também têm um peso significativo nas vendas. João Sousa não esconde que o mercado interno está a contrair bastante, sinal do apertar de cinto das famílias. “Sabemos que no passado o bacalhau era o produto dos pobres e agora é o produto dos ricos. Quando uma dona de casa quer alimentar uma família, o bacalhau custa seis ou sete euros, enquanto que o frango ronda os dois”, explica.

A Sr Bacalhau emprega 310 pessoas em Portugal e 50 no exterior. Apesar das reduções nos custos e do encerramento de algumas filiais, a empresa não tem planos para despedir. O responsável explica que a estratégia passou por “reduzir custos, modernizar a empresa para ter um produto mais barato” mas não despedir. “Sendo uma empresa familiar vemos o colaborador como um familiar”, acrescenta. O futuro passa por manter a produção actual em Portugal, tanto que no país “a mão-de-obra é muito barata” mas ainda assim “muito especializada”. “Levar a operação para fora do país é caro”, admite João Sousa. Para este ano, a Sr Bacalhau quer chegar aos 80 % de exportações e fazer crescer a facturação em 20%.

Veja aqui o artigo original

Van Zeller admite suspensão dos subsídios no privado

Posted by on Out 18, 2011 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 18 de Outubro de 2011

O presidente do Conselho para a Promoção da Internacionalização (CPI) admite que os privados venham a seguir o exemplo do Estado.

“É uma das possibilidades. As empresas, ao preferirem não despedir, podem cortar nos subsídios ou noutras regalias para evitar despedimentos. Não se sabe como é que isto pode ser feito legalmente, mas em 1983 fez-se”, disse hoje Francisco Van Zeller, depois de já António Saraiva, actual presidente da CIP, ter também admitido a retenção dos subsídios de férias e de Natal no sector privado.

“Talvez pudesse ser feito através de acordos colectivos de empresa, pois com os sindicatos não, já sabemos que a CGTP nunca concordaria”, continuou Van Zeller, que falava na Conferência intitulada “O Estado e a Competitividade da Economia Portuguesa”, na reitoria da Universidade Nova de Lisboa.

Para Van Zeller a medida dirigida ao sector privado – aumento em meia hora da carga laboral diária -, não tem grande impacto pois “foi uma maneira de dizer que se fez qualquer coisa” sem baixar a taxa social única.

“A meia hora não fará diferença” e o caminho – “não há grandes alternativas” – só pode ser um: a exportação. “A internacionalização não é uma tarefa, é a criação de uma mentalidade”, argumentou Van Zeller, citando que “Portugal exporta cerca de 30% do PIB” quando “qualquer outro país com dimensão equivalente, como a Bélgica, exporta muito mais do que nós, entre 70 a 80%”.

“Somos o país da Europa que menos cresceu em 2010″ em termos de exportação, continuou. “Isso é bom que se diga para que se acabe com esta auto-satisfação: as exportações não estão a correr muito bem”, acrescentou. “Pela primeira vez desde que há registo histórico a balança comercial foi positiva em Agosto”, concluiu.

Veja aqui o artigo original

Deputado do CDS: Jardim é “uma espécie de Bob o construtor”

Posted by on Set 28, 2011 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 28 de Setembro 2011

Hélder Amaral considera que o modelo de governação de Alberto João Jardim está esgotado.

“Há uma espécie de Bob o Construtor na Madeira. É um modelo que está esgotado e os madeirenses têm que tirar as suas conclusões”, defendeu Hélder Amaral, deputado do CDS, em declarações ao Económico.

Sobre as exigências de Jardim, que diz que “só há acordo para pagar a dívida se a Madeira aceitar”, o responsável do CDS alerta que “foram cometidos erros que é preciso resolver” e que, nesse sentido, os madeirenses “vão ter de fazer sacrifícios como todos os portugueses vão ter de fazer”.

“O Governo não vive dos erros do passado mas tem de pagá-los e só há uma forma: cumprir com o memorando da troika para ganhar credibilidade dos mercados, que é fundamental”, concluiu.

Veja aqui o artigo original

ISCSP lança Pós-Graduação em Social Media e Novos Modelos de Negócios

Posted by on Set 15, 2011 in Fugas de informação | 0 comments

Artigo para o site Económico – 15 de Setembro 2011

As novas tecnologias entraram nos negócios e as universidades tendem a adaptar-se à nova realidade.

O mundo dos negócios já não é o mesmo. As novas tecnologias vieram modificar a forma como as marcas olham para os clientes, mas principalmente como os clientes olham para as marcas. Hoje em dia, mais do que estar atento ao mercado, as empresas precisam de ouvir o que dizem os consumidores e as redes sociais vieram trazer cada vez mais facilidades no diálogo entre marcas e clientes.

Com o objectivo de dar aos profissionais da área da comunicação novas ferramentas, o Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas lançou uma Pós-Graduação em Social Media e Novos Modelos de Negócio On-line.

O Instituto que faz parte da Universidade Técnica de Lisboa aposta assim no ensino virado para as novas tecnologias. As inscrições estão abertas e para os alunos que terminarem o curso com aproveitamento e desejarem seguir os estudos, esta Pós-graduação tem equivalência ao primeiro ano de Mestrado.

O curso é dividido em três módulos, divido entre aulas teóricas e práticas. “A estrutura em módulos permite uma articulação entre conceitos teóricos e práticos, com aulas laboratoriais, estudos de caso e dinâmicas de grupo, baseadas na realidade profissional dos alunos, profissionais e especialistas, num processo de partilha das melhores práticas em cada momento”, explica a nota publicada pelo ISCSP.

Esta é uma Pós-Graduação destinada profissionais com espírito empreendedor, mas também a recém licenciados que pretendam aprofundar os conhecimentos na área do marketing digital e social media. O novo curso insere-se na estratégia de inovação do ISCSP que também lança este ano uma outra Pós-Graduação em Jornalismo Literário, Lifestyle e Multimédia que se “caracteriza por cruzar o jornalismo com as indústrias criativas, oferecendo uma mais-valia de formação para licenciados e profissionais estabelecidos, face aos recentes desenvolvimentos conceptuais e tecnológicos que solicitam novas competências”, explica o Instituto.

Veja aqui o artigo original